Friday, September 11, 2015

#COMPETIÇÃO

 Olá pessoal, olha eu de volta, estou sumida, mas não desaparecida (risos). Gostaria de propor um desafio a vocês, quem acertar primeiro os inicias que cada um dos nossos protagonistas escolherão (Lucas, Dawn e Barry) poderá criar um personagem para aparecer na fanfic.
 As características, sejam elas emocionais ou físicas, história do personagem, equipe pokémon final (não sendo valido o uso de lendários), e até se quiser a história dos pokémons ficam por sua conta. Só deixe nos comentários seus palpites, e quem acertar primeiro vence!!! Valendo, o concurso vai até o primeiro acertar.

Imagem Original

~~ Até mais ~~

Notas da Autora - Capítulo 03


 Olá pessoal, dei uma sumida certo?! Porém não vim para falar disso, talvez apenas esclarecer. Essa Notas da Autora está saindo atrasada justamente pelo fato de eu ter colocado o capítulo para ser publicado automaticamente e como não havia dado tempo de criar as Notas, preferi deixar para assim que tivesse tempo.
 Então, minha aulas voltaram e voltaram com tudo já, direito a trabalhos e provas para daqui a uma semana, imaginem meu desespero (para quem não sabe, estou na faculdade, cursando medicina). Mas, gostaria de pedir para que lessem, e comentassem os capítulos que passaram, não vou negar que nessa segunda não terá capítulo novamente, pelo fato da preocupação ser maior que a inspiração, nas semana que vem, acho que já coloco a história na ativa.
 Comentem e digam o que acharam dos capítulos, assim como eu gostaria que deixassem dicas de como poderíamos interagir mais e até mesmo o que esperam da história e do blog.

~~ É isso pessoal, até mais ~~

Capítulo 03: Missão concluída! Pokémons recuperados

 Desde que nos separamos não os vi mais, a floresta era bem densa e extensa, o que facilitou para o difícil campo de visão que tínhamos. Procurar aquela pokébola em meio a tantas árvores parecia como procurar uma agulha em um palheiro, mas eu não poderia desistir, a ideia foi minha, e eu não poderia desistir.
 Após algum tempo caminhando, um imprevisto aconteceu. Tropecei no que parecia ser uma pedra em meio ao arbusto que eu atravessava, caindo de cara em uma árvore.
 -Ai! - gritava como estimulo da dor que estava sentindo, mas sem esperanças de alguém me ouvir.
 Depois de um tempo sentado ali, nas raízes da árvore que havia batido, me levantei, limpado minha roupa. Fui ver aonde é que eu havia tropeçado, comecei a mexer nas folhas e galhos do arbusto quase rasteiro que havia no chão, e uma surpresa, não foi uma pedra, e sim um Turtwig, ou melhor dizendo, o Turtwig da pokébola que voará pelos ares algumas horas ou minutos atrás. Mas parecia haver alguma coisa de errado, afinal ele continuava lá, "fechado" em seu casco, com as patas tapando o seu rosto, e expondo exatamente o seu casco, o movimento mais conhecido como Withdraw. Era claro que o pokémon estava com medo, ou assustado, provavelmente essa deveria ser sua primeira experiência de estar sozinho em meio a uma densa mata, na tentativa de acalma-lo, pensei em pegar ele do chão, mas assim que minhas mãos encostaram nele, ele saiu da sua forma de recolhimento, afastando-se das minhas mãos e me olhando por alguns instantes.
 -Olá amiguinho ... -e antes que pudesse falar mais alguma coisa, ele me disferiu um golpe, Tackle, fazendo-me cair nas raízes da árvore mais uma vez.
 Realmente aquele pokémon estava apavorado, mas eu não poderia desistir, me levantei mais uma vez, e comecei a pensar no que eu deveria fazer. É claro que eu deveria encontrar a pokébola dele antes que começasse a escurecer, era o melhor modo de poder transportar os pokémons, então já que ele estava aqui, era possível e provável que sua pokébola também esteja, ela deve ter batido em alguma árvore, sendo ativada e fazendo com que o pequeno pokémon fosse liberado, então minha busca pela esfera metálica reiniciou-se mais uma vez.
 Não aguentava mais procurar pelo objeto, então meus planos era voltar para o laboratório com o Turtwig em mãos mesmo, mas dessa vez, eu teria que tomar cuidado para ele não me atacar mais uma vez, e eu já sabia o que fazer. Novamente fui até a moita, colocando minhas mãos mais uma vez sobre ele, e mais uma vez ele saiu do seu modo defensivo, mas antes que recuasse, eu o segurei com as mãos, o levantando. Então dos meus braços, ele veio em direção ao meu peito com um Tackle mais uma vez, o golpe me acertou, e eu cheguei a cair sentado no chão, mas segurando-o em meus braços, em uma abraço que ele não tinha muito espaço para se mexer.
 -Calma, eu estou aqui! -falava abraçando-o mais forte- Vai ficar tudo bem agora, vou te levar até o laboratório.
 -Tur! -respondia o pokémon, parecendo ter entendido, olhando em meus olhos.
 Então, eu o soltei do meu abraço apertado, passando a segura-lo na barriga, com seu casco encostado na minha barriga. O pokémon parecia bem mais tranquilo, até as folhas de sua cabeça se energizarem, e delas serem lançados algumas poucas folhas para o alto, era um Razor Leaf.
 -Para que foi isso? -disse assutado, pensando que seria um ataque contra mim.
 Quase que instantaneamente tive minha resposta. As folhas cortantes lançadas para cima, cortaram um galho, que caiu em nossa frente, me dando mais uma vez um susto, porém com o galho, a pokébola.
 -Então foi por isso que estava utilizando o Withdraw?! A pokébola ficou presa ao galho, e quando ela caiu lá, foi ativada, liberando você, e para não sofrer com o dano da queda utilizou o movimento, você é muito esperto! -dizia fazendo caricias na cabeça do pequeno pokémon.
 -Tur! -grunhia o pokémon, como se afirmasse tudo o que tinha dito.
 Peguei a pokébola, que agora estava sobre o chão, e passei a refazer o caminho que havia feito, em algumas árvores, desde o momento em que entremos na floresta, eu fazia um risco com alguma pedra que eu encontrava próximo, para poder saber por onde eu já tinha passado, e agora tudo isso me ajudaria a voltar para o laboratório do professor.

***

 Barry Pearl?! só podia ser ele para dar uma ideia dessas. Uma pobre garota indefesa e sozinha, procurando por uma pokébola perdida em uma floresta densa, me parece super sensato. Mas, não podia me dar ao luxo de desistir e deixar ele e o Lucas encontrarem suas pokébolas e eu não, tinha que encontrar também, era uma questão de honra para mim agora.
 Após um tempo olhando para o chão e vasculhando no meio dos arbustos, parei para poder comer alguma coisa, no caso, uma fruta de um pequeno arbusto que havia perto de mim, afinal, minha mochila acabou ficando no laboratório, sentei-me sobre a raiz de uma árvore que saltava do chão.
 Logo algo me despertou muito a atenção, enquanto estava ali, descansando e recuperando as energias com aquela singela fruta, três pokémons em uma árvore bem próxima, brincavam com alguma coisa que brilhavam quando os raios de sol incidiam sobre. Me levantei sorrateiramente, e me dirigi até a árvore, que não estava nem há quinze passos de distância, e no tronco passei a olhar para cima. Haviam três Murkrow, que jogavam um para o outro com o bico a pokébola, ou melhor dizendo, a minha pokébola.
 -Ei! Vocês três ai em cima -disse me afastando do tronco, até que ficasse visível para os pokémons- Devolvam minha pokébola!
 -Mur! -Os três grunhiram juntos, olhando para mim como se não se importassem, e não se importavam, voltaram a passar a pokébola um para o outro com o bico.
 -Vocês vão ver!
 Voltei até o arbusto com furtas, pegando alguns, e é claro, arremessando nos pokémons logo em seguida. Uma das frutas acertou o pokémon que estava com a pokébola na boca, fazendo-a cair
 -Eu disse para vocês que a pegaria! -disse correndo e pegando o objeto esférico.
 Porém, quando já estava um pouco distante do incidente e com a pokébola em mãos já, eis que um dos três surgiram em minha frente, me olhando fixamente.
 -O que foi?!
 Começava a me apavorar pela maneira em que ele me olhava, mas não queria demonstrar, então ser ríspida foi o modo que encontrei para enfrenta-lo. Mas foi eu abrir minha boca, e sem que eu vesse um dos Murkrow passou do meu lado direito, a mão em que eu segurava a pokébola, me fazendo olhar pare ele, que pousava ao lado do outro, em segundos depois o terceiro Murkrow me acerta do lado esquerdo com um Aerial Ace presumo eu, fazendo com que eu caísse, soltando a pokébola que estava em minha mão. Sem perder tempo, um deles voou até o objeto, pegando-o e voando com o restante do grupo.
 Não podia acreditar, que eles haviam acabado de roubar algo que eu tinha roubado, admito, eles eram tão bons quanto eu. Mas, o que eu faria agora? Eles estavam voando, e até então, eu nunca havia conseguido esse feito, só sei que eu não poderia perder eles, muito menos aquela pokébola, então pela floresta comecei a segui-los. Não demorou muito até os três pousarem em uma outra árvore, não muito distante de onde estávamos, eu sabia que eles viriam atrás de mim novamente se eu só pegasse a pokébola como fiz antes, então, eu precisava da ajuda de alguém, ou algum pokémon, para em batalha resgatar a pokébola roubada que eu havia roubado antes. Pelas árvores e arbustos passei a procurar por qualquer uma que fosse a forma de vida que se mexesse, mas os poucos pokémons que eu encontrei como os Bidoof, Kricketot e Starly fugiam ou se escondiam assim que me viam, porém, em um dos grupos de Starly no qual pude me aproximar, os pokémons me ouviram pedir ajuda, provavelmente minha feição nessas horas já era de desesperada.
 -Por favor! Eu sei que você não me conhece, nem eu conheço você, mas eu preciso da sua ajuda, um bando de Murkrow roubaram minha pokébola, com meu único pokémon, eu preciso da sua ajuda!
 Então algo mágico aconteceu, um dos pequenos pokémon veio voando da árvore até meu ombro, onde se sentou, eu coloquei minha mão em sua cabeça e o agradeci, correndo de volta para a árvore.
 -Starly Quick Attack agora! -assim que cheguei perto da árvore pedi para que Starly atacasse aos pokémon, ele adquiriu uma grande velocidade deixando como se fosse um rastro de luz acertando um dos três pokémon pássaro negro.
 -Vamos lá utilize o Wing Attack!
 -Três contra um não me parece justo, Turtwig Razor Leaf! -disse Barry surgindo do meu lado, com seu pokémon lançando folhas de sua cabeça.
 Starly acertou um dos pokémon, no caso o que estava com a pokébola no bico, fazendo-o cair enquanto Turtwig acertou aos outros dois pokémon.
 -O que você está fazendo aqui?
 -Ouvi você comandando Starly, e pensei que estava em apuros, e meio que acertei.
 -Não acertou nada não, eu estou muito bem, antes mesmo de você aparecer.
 -Dawn, depois discutimos pega logo a pokébola e vamos sair daqui.
 Peguei a pokébola, enquanto o Barry comandava outro Razor Leaf, que serviu de distração para podermos correr.
 -Muito obrigada Starly, se não fosse você não saberia o que fazer! -disse agradecendo ao pequeno pokémon, depois de já estarmos um pouco distantes da região aonde estava os Murkrow, colocando em uma árvore.
 -Hoje o dia foi cheio né?! Já estamos até no por do sol -comentou Barry.
 -Ao menos pegamos nossas pokébolas, aqueles Murkrow me deram trabalho o dia todo!
 -São pokémons que gostam de objetos brilhantes, com toda certeza uma pokébola é um grande atrativo de objeto brilhante.
 -Vamos logo para o laboratório senhor sabe tudo! -dizia olhando para o céu alaranjado e depois para a pokébola que estava em minhas mãos.

Notas da Autora - Capítulo 02


 O que acham do Lopunny do professor Rowan? Bom, ele está nesse nível tão alto, pois desde quando ele era um pequeno Buneary foi treinado pelo professor, inclusive foi a primeira captura do próprio.
 Sobre os inicias, não foi dessa vez que eles escolheram, e eu realmente estou afim de deixa-los curiosos, quero causar algumas surpresas em vocês. Qual será a ligação de Mesprit com o Lucas? Sorte? Coincidência? ou Destino?
 Bom pessoal, comentem o que acharam, desse capítulo que foi narrado só pelo Lucas por sinal, e o que quiserem me dar dicas e me alertar, não deixem de comentar.

~~ Até mais ~~

Capítulo 02: Aliando-se a força de Lopunny!

 -Vovô e agora o que faremos? -dizia eu, me preocupando com os pokémons naquela maleta, vendo o homem adentrado na floresta rapidamente.
 -A floresta daqui é muito densa, ele não vai muito longe -falou entrando no laboratório, que ainda soava a sirene.
 O vovô foi até o alarme, o desligando. Lopunny olhava para a floresta, com uma face um tanto quanto perturbada, como se estivesse se sentindo frustrado.
 -Calma Lopunny você fez o seu melhor! -passei a mão em seus sedosos pelos da cabeça.
 Entrei no laboratório acompanhado do pokémon, vovô atendia a porta, olhei para o relógio, uma e cinco da tarde. Na porta, um garoto loiro, branco, com um cachecol tão grande quanto o meu, porém ver, um casaco laranja e uma mochila na lateral marrom. Deveria ser um dos novos treinadores.
 -Lucas esse é o Barry -falou meu avô nos apresentando- Ele é filho de um dos lideres da fronteira, Palmer.
 -Olá! -acenei sorrindo para o garoto que ficava frente a grande bancada do laboratório.
 -Barry, vocês vão ter que esperar mais um pouco para escolherem seus iniciais ... -falou meu avô, sendo interrompido pelo garoto.
 -Como se esperar dez anos não fosse muito -indagava desapontado.
 -Bom, a questão é que um ladrão acabou de nos roubar a maleta com as pokébolas dos iniciais, então eu junto ao meu Lopunny iremos atrás dele, enquanto vocês podem esperar no sofá -mostrou o sofá que ficava ao lado da bancada- esperando o outro treinador chegar, que já está onze minutos atrasado.
 -Não! -o garoto não se conteve, saiu como um grito de agonia- Rowan! ou melhor dizendo, professor Rowan, um daqueles pokémons vai ser nossos futuros companheiros de jornada, deixe-nos irmos atrás desse ladrão.
 Meu avô arqueou as sobrancelhas, eu por minha vez fiquei assustado, e um pouco paralisado. Ele tinha um desenho ardente pelos pokémons.
 -Okey! Isso pode ser bom para vocês -terminava meu avô, quando na porta alguém batia sem cessar.
 Corri até a porta, e ao abrir, uma garota, ofegando e apoiada no arco da porta. Usava um vestido preto, com botas rosa e meia preta, um gorro branco sobre o cabelo preso em um penteado, um pequeno cachecol rosa, e uma mochila nas costas.
 -Eu ... acho ... que cheguei ... a tempo -falava espaçando para respirar.
 -Na verdade, está quatorze minutos atrasada -olhava meu avô no relógio- A questão é que, já perdemos tempo demais, você é a Dawn certo?! -olhou para menina, que fez um sinal de positivo com a cabeça- Já que o Barry sugeriu, eu concordo que vocês vão atrás do ladrão ... -mais uma vez interrompido.
 -Que ladrão?
 -Shiii Dawn!
 -Quem é você garoto? -respondia ao Barry.
 -Como eu ia dizendo -vovô falava intonado, interrompendo um possível início de briga entre os dois- Lopunny irá com vocês, ele será de grande ajuda.
 -Como vovô?
 -Lopunny utilize o Foresight para encontrar aquele ladrão, obedeça aos comandos do Lucas! -disse acariciando sua cabeça.
 Seus olhos rosa, brilharam em um tom vermelho, suas orelhas ergueram-se por completa, ficando quase maior que o restante do seu corpo. Lopunny saiu correndo pela porta dos fundos em direção a floresta, corri atrás, assim como Barry, Dawn sem entender muito nos acompanhou também.
 Enquanto seguimos Luponny, que tivera que diminuir a velocidade, tanto para podermos acompanha-lo, como por causa das árvores com pouco espaçamento entre uma e outra, aproveitamos para conversar, ao menos tentar.
 -Então, o seu nome é Lucas não é?! Que história de ladrão é essa? -perguntava Dawn, menosprezando Barry que estava do seu outro lado.
 -Sim, eu sou o Lucas, então, pouco antes de dar uma da tarde, um ladrão entrou no laboratório e roubou a meleta com a pokébola dos iniciais, então meu avô viria atrás junto a Lopunny, mas Barry sugeriu que fossemos.
 -Atá, essa ideia maravilhosa só poderia vir de alguém bem inteligente, porque pedir para crianças irem atrás de um bandido ao invés de um adulto é muito sensato.
 -Podermos ajudar nossos futuros parceiros é o minimo que podemos fazer.
 -Ouço alguém, mas não vejo ninguém -cantarolava a menina.
 -Você tem dez ou cinco anos?
 -Olha aqui Barry, que parece com berry, é falta de educação perguntar a idade de uma dama.
 -Estou procurando-a -falou o garoto caindo em risadas.
 Dawn parou olhando fixamente para o garoto, como quem estava prestes a perder completamente o controle. Mas antes de uma briga dar-se início, Lopunny parou, assim que nos demos conta, lá estava o criminoso em nossa frente, tentando contatar alguém por uma especie de microfone de telefonista, mas as tentativas eram filhas, percebia-se pela sua raiva, jogando no chão e pisando no aparelho.
 -Devolva as pokébolas ladrão! -Dawn saiu de trás da árvore em que se escondia, gritando e parecendo enfurecida com o ladrão.
 -Eu tenho nome garotinha, B-2 -falou sorrindo, um sorriso de sarcasmo.
 -Quem se chama B-2? Ou quem cria um codinome tão patético como esse?
 Nesse momento, comecei a perceber que Dawn não tinha travas na língua, afinal, ele havia acabado de irritar um bandido, era possível ver uma veia de seu pescoço saltando, Barry saiu também da árvore em que ele se encontrava, logo após eu a Luponny.
 -Um complô de fedelhos? Com o pesquisador mirim?! Isso está ficando legal.
 -Devolva logo cara, pare de enrolação -dizia Barry sereno, nem parecia o garoto de minutos, ou horas atrás, perdi a noção do tempo, o qual estava pedindo para meu avô a chance de resgatar o pokémons das garras de um criminoso.
 -Quem vai me obrigar?
 -Eu espertão! -disse Dawn atirando um galho em sua cabeça.
 -Sua fedelha! -disse o homem irado, pegando uma pokébola em seu bolso- Golbat Poison Fang agora!
 -Intercepte Lopunny!
 Os dentes de Golbat foram envoltos por uma toxina roxa, fazendo-os brilhar. Ele ia em direção a Dawn, mas antes que fosse atingida, Lopunny pulou em sua frente recebendo o golpe.
 -Isso está ficando interessante, uma batalha pokémon para desenferrujar era o que eu precisava! -dizia o homem sorrindo, um sorriso um tanto quanto amedrontador.


 -Wing Attack vamos lá!
 -Esquive, e depois Dizzy Punch!
 Golbat teve suas asas cobertas por algum tipo de energia que fazia com que elas reluzissem na cor branca, e com velocidade foi para atacar Lopunny, que com um grande salto conseguiu desviar do ataque, logo após suas mãos foram tomadas por uma energia colorida, desferindo o golpe do alto na cabeça de Golbat que caiu nocauteado.
 Era impossível não notar a diferença de nível entre os pokémons, com apenas um único golpe o pokémon caiu nocauteado. Meu avô e Lopunny são amigos desde que ele saiu em jornada, e o capturou ainda como Buneary, tantos anos juntos garantiu ao pokémon poder experimentar tudo o que meu avô aprendia com sua jornada, fazendo assim ambos crescerem com o tempo.
 -Não acredito -falou o homem, aparentemente pasmo retornando seu pokémon.
 -Não acredita no que verá agora! -acho que havia me empolgado com a batalha, logo eu, que achava batalhas pokémon tão trivial- Dê a eles seu poder máximo, Focus Blast!
 Entre as mãos do pokémon, uma esfera de poder compacto fora criada, seu brilho mostrava todo o poder potencial daquele ataque.
 B-2, como ele se dizia, colocou a maleta na frente do seu corpo, criando uma pequena explosão. O local foi tomado pela fumaça, e quase não deu para ver o homem voando pelos ares, acompanhado das três pokébolas, que voaram também.
 -O poder dele é incrível! -disse Barry acariciando o pokémon.
 -Realmente Lopunny, você foi demais! -disse também acariciando-o.
 -Os dois vamos parar de dar uma de pais babão! Além do Lucas mandar o B-2, vulgo bandido pelos ares, a maleta se desfez, e as pokébolas voaram, o que faremos agora?
 -Simples! são três pokébolas e nós somos em três ... -disse Barry sendo interrompido por Dawn.
 -Mister obvio entre nós!
 -Como eu ia dizendo, é só nos dividirmos e cada um procura pelas pokébolas, e mais tarde nos encontramos no laboratório, pode ser?
 -Por mim sem problemas.
 -Tudo bem então, só espero não me perder nessa floresta.
 Antes que me dei conta, já não era possível ver mais um ao outro, ao menos Luponny me servia de companhia, enquanto buscava pelo objeto esférico.
 Já era tarde, o céu começava a tornar-se arrebol, e a única coisa que havia encontrado até o memento foram algumas frutas, que serviram para acabar com a fome que eu e Luponny sentíamos. Caminhando entre as árvores logo pude sentir uma brisa refrescante vindo em minha direção, então me lembrei que pela região havia uma lago, ou melhor dizendo o Lake Verity, dono de muitos mistérios e a lenda de ser o lar de um dos pokémons lendários de Sinnoh.
 Então tomado por uma grande intuição, me dirigi em direção ao lago, e assim que cheguei meus olhos se maravilharam com algo que jamais pensei que poderia ver em minha vida. Mesprit, o pokémon voava acima do lago, com tamanha elegância e beleza, que meus sentimentos mais obscuros puderam ser atingidos por tamanha emoção.
 Eu não acreditava nas lendas que rondavam a região, ou até mesmo as lendas sobre o lago, parecia ser tão surreal um pokémon lendário existir, já que nunca ninguém os viu antes presumo eu. Mas essa sensação não durou muito, em segundos Mesprit pode perceber minha presença, transformando seu corpo em uma especie de espirito transparente, mergulhando no lago, que refletia o céu laranja.
 Após tudo isso passar, diante dos meus olhos, quase a margem do rio, uma das pokébolas. Peguei-a, super empolgado e feliz, por finalmente tê-la encontrado. Aquele havia sido um grande dia, mal poderia esperar para contar tudo ao vovô.

Notas da Autora - Capítulo 01


 Até o momento foi dito a vocês que eu iria postar os capítulos nas segundas, entretanto surgiu a possibilidade do sábado livre, então, provavelmente em um desses dias da semana vai sair um capítulo novo, não que seja um em cada dia, mas ... acho que entenderam.
 Não estou muito acostumada a fazer isso, então não sei como está ficando (risos), mas sobre o capítulo é uma introdução com os personagens e a história, não sei se vão perceber, mas eu deixei meio que escondido, ou subentendido os sonhos de cada personagem, em relação ao o que eles querem fazer. Posso dizer que esse "início" se estenderá por mais um pouco, no qual já tenho os capítulos prontos.
 Espero que gostem bastante, estou tentando fazer um mesclado de jogo, anime e mangá, com alguns toques pessoais, então não sei ainda se vão gostar, mas comentem, deixem suas opiniões, criticas construtivas, e juntos vamos iniciar essa jornada, espero que gostem dessa primeira etapa. The Beginning: Traveling The World.
 Sobre a escrita, não sei se perceberam (provavelmente sim), mas a cada "***" muda o narrador, e sobre esse meio de escrita, não sei se ele vai continuar assim ou não. Então me digam o que acham nos comentários, vamos ter capítulos com só um narrador ou mais, e vejam como preferem.

~~ Até mais pessoal ~~

Capítulo 01: Cruzando destinos

 Era quase mais uma manhã comum em Sandgem Town, se não fosse pela minha ansiedade é claro, no despertador ainda era cinco da manhã, mas para meu cérebro a hora de acordar já tinha sido a duas atrás. Me mexia de um lado para o outro incessavelmente na tentativa de passar o tempo, ou até mesmo voltar a dormir, mas como premeditado por mim na noite que se foi, isso aconteceria, sempre acontece, afinal minha ansiedade sempre me consome de dentro para fora.
 Assim que o despertador ao lado da minha cama no criado mudo disparou, me ergui, como quem se levanta para ganhar um milhão de reais, uma disposição que eu nunca tive antes. Rapidamente escovei os dentes, penteei os cabelos e troquei-me, com a roupa na qual eu julgava a mais adequada para ocasião, olhei meu reflexo no espelho, e estava tudo perfeito, se não fosse a falta do que mais importava, meu primeiro pokémon.
 Minha casa era de frente para a praia, então sempre pela manhã abria a janela que me dava essa privilegiada vista, para poder sentir a brisa, diferente de mim, ela era suave, mas ao mesmo tempo marcante, afinal, você sempre sentia o "friozinho" que ela dava. Respirei fundo, olhando para o retrato do meu pai que ficava na comoda ao lado da janela, Palmer.
 Acho que todos em Sinnoh já tiveram a chance de ouvir sobre meu pai, afinal, ele é um dos cinco membros da Batalha da Fronteira de Sinnoh, treinadores esses que são desafiadores tão quanto os lideres de ginásio, se não além.
 Desci as escadas, e por incrível que pareça minha mãe já estava acordada, e o café pronto sobre a mesa, fui até ela, dando-lhe um beijo e um abraço, ela por sua vez, me deu um abraço tão forte, acompanhado de um beijo na testa, que me pareceu como um pedido para que ficasse.
 -Você tem que ir mesmo? - falava enquanto ainda estava em seus braços.
 -Mãe, é só um tempo, além do mais eu vou voltar, eu preciso disso para crescer como pessoa e treinador! -dizia me soltando do seu aconchegante abraço.
 -Mas você sabe, chegou apenas há uma semana  Jubilife City, da escola, e agora já quer partir novamente.
 -Você sabe que minha estadia em Jubilife foi para poder estudar na escola pokémon de lá, que aqui em Sandgem não tem uma, eu sempre quis ser tão bom quanto o papai, e ir para a escola já me deu uma grande base de tudo o que tenho que fazer para chegar no nível dele, ser um treinador forte.
 -Eu sei Barry, eu sei! -disse soando desapontada.
 -E se eu for lá no laboratório do professor, escolher meu pokémon e depois eu volto e fico com você mais hoje, e parto amanhã cedo em jornada?
 -Você sabe que eu adoraria Barry! -falou me abraçando- Então coma, para não chegar tarde, que horas o professor marcou mesmo?
 -Bom, ele disse para estarmos lá a uma da tarde.
 -E você me pediu para acordar tão cedo assim para que Barry Pearl?! -dizia minha mãe com uma voz de enfurecida, olhando para o relógio e vendo que ainda não passavam das sete e quinze da manhã.

***

 Não conseguia compreender como as pessoas esperam que levemos tudo o que é necessário dentro de apenas uma mochila?! Essa vida é cruel.
 -Dawn ainda não se aprontou? O café vai esfriar e vai se atrasar -gritava minha mãe da cozinha, com seus dizeres eu acho que a intenção dela era me desmotivar, é claro!
 Não sei porquê o professor inventou de instalar seu laboratório em Sandgem e não em Twinleaf, já que é a cidade mais no extremo do mapa de Sinnoh que se pode imaginar, mas, já superei esse fato, o único que ainda não superei é COMO ALGUÉM ESPERA QUE CONSEGUIMOS LEVAR TUDO O QUE É NECESSÁRIO EM APENAS UMA MOCHILA?! Me aprontei o mais rápido que pude, tentando não esquecer nada e imaginando todas as situações possíveis que poderia passar para poder ver o que seria necessário.
 Desci as escadas, com minha mochila já nas costas e preparada para poder ir até Sandgem.
 -Está tão bonita Dawn! -disse minha mãe olhando-me com um brilho nos olhos- Me lembra quando partimos em jornada Glameow! -disse com um enorme sorriso no rosto, olhando para o pokémon que estava deitado no sofá, e depois direcionando-se aos prêmios sobre a lareira da sala.
 Sim! Minha mãe é uma Top Coordenadora, Johanna acho que todos em Sinnoh já tiveram a chance de ouvir sobre minha mãe. Tomei meu café, enquanto mamãe contava-me um pouco sobre sua jornada, quando sua mãe, minha vó, deu para ela um ovo de pokémon, e dele nasceu a Glameow, e desde muito cedo seu sonho era tornar-se um Top Coordenadora. Me contou sobre a experiência de quando capturou seu primeiro pokémon, que no caso foi a Clefairy. As histórias foram muitas, e quando nos demos conta, já se passava das nove da manhã.
 -Mãe eu tenho que ir! -disse olhando para o relógio da cozinha, e me dando conta do horário.
 Rapidamente peguei a bolsa em cima do sofá, afaguei o Glameow, abracei e dei um beijo na minha mãe, apressada abri a porta, peguei a bicicleta que estava encostada na parede na frente de casa, fui até o portão, de lá acenei para minha mãe mais uma vez, e comecei meu caminho, com a visão da minha casa e da minha mãe cada vez mais distante.

***

 Eu sei que já era tarde, mas eu não queria acordar, melhor dizendo, eu não queria acreditar que eu tinha o dever de me levantar.
 -Lucas, seu avô disse para se levantar, você nunca acorda tão tarde, está tudo bem?
 -Está sim! -disse retirando minhas cobertas e sentando-me sobre a cama.
 Era um dos assistentes do meu avô, assim que ele saiu fui tentado a voltar dormir, ou pelo menos a tentar, mas creio eu que eu não gostaria que meu avô viesse me acordar, por isso preferi levantar e me arrumar.
 Meu avô nada mais é do que o professor mentor da região, Professor Rowan, responsável por pesquisas na área da evolução pokémon. Acho que todos em Sinnoh já tiveram a chance de ouvir sobre meu avô, afinal, ele é o mentor de Sinnoh a tanto tempo já.
 Basicamente, eu e meu avó morávamos em uma casa do lado do laboratório, passei a morar com ele desde meus três anos de idade, desde a morte de meus pais em um acidente em Snowpoint City, desde então meu vô cuida de mim, e me ensina muitas coisas, é claro! Tive a chance de ver muitas vezes treinadores iniciantes virem pegar seus primeiros pokémons para poderem seguir em jornada, e hoje é o meu dia, não que eu quisesse, mas, meu avô acha que não haverá experiência melhor para mim do que uma jornada.
 Fui até ao laboratório, aonde meu avó estava lendo alguns papeis, assim que me viu, deixou a papelada sobre a mesa, e veio até mim com sua pasta marrom.
 -Lucas, aqui está! -disse me entregando-a- Como sempre, gostaria que olhasse aos pokémons e visse se está tudo bem com eles.
 -Pode deixar vovô.
 -E então?
 -Então o que? -respondi me fazendo de desentendido, mas eu sabia que ele queria saber como eu estava em relação a escolher meu pokémon.
 -Você sabe, qual será sua escolha? Após tanto tempo vendo os mesmo inicias todo inicio de jornada dos novos treinadores, acho que já tenha o seu favorito.
 -Não eu não tenho -respondi me direcionando a grande bancada metálica no centro do recinto.
 -Sabe, eu não vejo animação nos seus olhos, ou até mesmo em você! -disse pegando os papeis novamente.
 Ele sabia, afinal, sempre via os novos treinadores, e definitivamente eu não estava para um novo treinador, mas havia uma única coisa nisso tudo que me ascendia uma chama no fundo da minha alma, poder viajar e conhecer o mundo, pessoas e os lugares, acho que nada é tão emocionante quanto, se enriquecer de cultura.
 Os três pokémons estavam bem, os dois ajudantes do professor já tinham ido para suas casas para a pausa do almoço, então logo fomos nós dois, preparar o almoço, para depois voltarmos no horário combinado, as uma. Parecia apenas que o relógio andava mais e mais rápido.

***

 Já fazia algum tempo em que observava como era o funcionamento do laboratório, gosto de sempre fazer meu trabalho muito bem feito. Nesse tempo em que observava o laboratório pude perceber, que sempre o professor entregava os pokémons inicias ao que parece ser o pesquisador mais jovem do laboratório, e depois, como de costume, eles iam almoçar, porque o professor sempre recebia os novos treinadores a uma da tarde, com pontualidade.
 Entrar no laboratório pela pequena janela dos fundos não foi difícil, tão pouco foi difícil chegar até a maleta, e aqui estou, de frente para ela. Todos me chamam de B-2.
 Minha missão não passa de pegar a maleta, segundo as ordens superiores quaisquer treinadores que possamos impedir de começar sua jornada, ou qualquer treinador que possamos pegar seus pokémons, é um treinador a menos para nos preocuparmos. Ainda não tenho acesso aos planos maiores, ou missões maiores, mas já que fui encarregado desta, é isso que devo fazer.
 Olhei no relógio, e faltavam apenas cinco minutos para a uma da tarde, nesse momento eu tinha que me apressar, peguei a maleta sobre o balcão, e fui em direção a porta dos fundos, tudo estava saindo como o planejado. Até o momento em que abri a porta. Ao abrir uma sirene começou a disparar, era ensurdecedor o barulho, mas eu não podia abordar a missão, agarrei a maleta com meus braços, e comecei a correr. Não fui muito longe, logo que coloquei os pés para fora fui ser acertado por um Jump Kick de um Lopunny, e logo atrás dele vinham correndo o professor que gritava "não deixe-o fugir" e o pesquisador mirim.
 Quase que não se importando com a dor do chute, peguei a maleta mais uma vez, e sai em disparado para a floresta.

Monday, August 31, 2015

#SOON

 Sonhos e pesadelos estão lado a lado, permanecendo em harmonia. Mas sentimentos egoístas podem quebrar algo que até então era intocável ...

Wednesday, July 8, 2015

Conhecendo Um Pouco Mais

 Então pessoal, antes de dar inicio a fanfic, gostaria que conhecessem um pouco mais nossos personagens, os principais Lucas (Diamond), Barry (Pearl) e Dawn (Platinum). Por isso trouxe para vocês o tema dos nossos personagens na primeira temporada, que se chamará The Beginning: Traveling The World (ou O Começo: Viajando Pelo Mundo).

Lucas Diamond

Música: Pearl
Cantor: Katy Perry
Compositor(es): Katy Perry/ Greg Wells/ Christopher Stewart

Trecho:
" *He could be a Statue Of Liberty
*He could be a Joan Of Arc
But he's scared of the light that's inside of *him
So he keeps her in the dark "

Tradução:
" *Ele poderia ser a Estátua da Liberdade
*Ele poderia ser a Joana d'Arc
Mas ele tem medo da luz que está dentro *dele
Então ele a mantém no escuro "

Motivo: Lucas Diamond possui grande conhecimento em relação aos pokémons, devido a experiência de ter morado com seu avó, porém, ele nunca conseguiu superar um medo que ele adquiriu na infância. Sempre que ele vê um pokémon do tipo ----- ou algum movimento do mesmo tipo, ele fica paralisado, lembrando do ocorrido em sua infância, fazendo-o perder batalhas e desafios, sendo que é capaz de muito mais. Também possui medo de expor seus conhecimentos, tornando-o bastante inseguro de si mesmo.

***

Barry Pearl

Música: Titanium
Cantor: David Guetta Featuring Sia
Compositor(es): Sia

Trecho:
" You shout it loud
But I can't hear a word you say
I'm talking loud not saying much
I'm criticized but all your bullets ricochet
You shoot me down, but I get up "

Tradução:
"Você grita alto
Mas eu não ouço uma palavra do que você diz
Estou falando alto, mas não estou dizendo muita coisa
Fui criticado, mas as suas balas ricocheteiam
Você atira em mim, mas eu levanto "

Motivo: Barry Pearl desde criança teve o sonho de ser alguém conhecido como seu pai (Palmer), então desde muito cedo ele se dedicou a este sonho, indo para uma escola pokémon. Ele é muito inteligente, mas essa inteligência o torna ignorante as vezes, por achar que sabe justamente mais do que os outros. Ele tem um grande ego, e quase nada pode o derrubar.

***

Dawn Platinum

Música: Stronger (What Doesn't Kill You)
Cantor: Kelly Clarkson
Compositor(es): Ali Tamposi/ David Gamson/ Jörgen Elofsson/ Greg Kurstin

Trecho:
" What doesn't kill you makes you stronger, stronger
Just me, myself and I
What doesn't kill you makes you stronger
Stand a little taller
Doesn't mean I'm lonely when I'm alone "

Tradução:
" O que não te mata, fortalece, fortalece
Somente eu, euzinha e eu mesma
O que não te mata te faz mais forte
Te faz sentir melhor
Não significa que estou só quando estou sozinha "

Motivo: Dawn Platinum é muito determinada e ardente. Sempre entra em desafios, desafios esses que as vezes é contra sigo mesmo. Ela é persistente, e costuma nunca desistir, sempre tenta tirar o melhor das situações e aproveitar o máximo que ela pode. Gosta muito de fazer as coisas ela mesma, sem precisar da ajuda das pessoas, e até mesmo da ajuda dos seus amigos, procura sempre vencer seus limites para poder melhorar como pessoa e treinadora que é.

***
~~ Até mais pessoal ~~

Tuesday, July 7, 2015

Apresentação

Olá pessoal, meu nome é Lucy Mendes, tenho vinte anos e estou cursando medicina, namoro e leio bastante, fã de livros, filmes e séries nas horas vagas. E além de tudo isso, uma grande paixão
pelos monstrinhos de bolso, os pokémon.
 Eu sempre gostei da ideia desse "universo paralelo" ao nosso, de "animais" que entrassem em batalhas com super poderes, uma visão bem infantil a minha (risadas), mas a questão é essa, que eu sempre fui apaixonada. Agora que estou na faculdade não posso dizer que acompanho 100% tudo, porém sempre que posso dou uma olhadinha nas coisas, e procuro até mesmo jogar, coisa que eu adoro muito.
 Minha região favorita, em todos os quesitos é justamente Sinnoh, e quando surgiu a oportunidade de poder escrever aqui, eu tive que mandar meu capítulo quase de imediato. Eu já conhecia a família, quando ela ainda havia outros integrantes, inclusive, eu acompanhava XY Adventures, mas por conta da faculdade mais uma vez tive de deixar para depois meus pequenos prazeres.
 Enfim, eu já tenho muitas coisas em minha cabeça, planos e ideias, e alguns capítulos prontos, eu espero que eu dê conta de conciliar tudo, e levar até o final essa fanfic, eu não costumo desistir fácil, mas espero que entendam que algumas vezes meu foco e prioridade devem ser outros.
 Sobre a fanfic, provavelmente o dia de postar os capítulos serão nas segundas, e tirar algum dia do final de semana para mexer no blog. Então deixem seus comentários ai em baixo, que vou responde-los, estou aproveitando minhas férias para deixar quase tudo meio que encaminhado, provavelmente, na próxima segunda sai o primeiro capítulo.

~~ Até mais pessoal ~~

Follow by Email